“Antes tudo me lembrava você. Antes eu sorria para cada coisa. Mas agora nem música, nem abraço, nem cheiro, nem beijo, nem ninguém de olhos castanhos, ninguém de bom humor. Nada disso me faz sorrir, apesar de ainda me fazerem lembra de você.
“Meu quarto. A melhor coisa que havia ali era a cama. Gostava de ficar deitado por horas, mesmo durante o dia, com as cobertas puxadas até o queixo. Era bom ficar ali, nada acontecia por ali, nenhuma pessoa, nada.